A moda agora é olhar para trás para decidir o futuro dos nossos filhos. Se você está esperando um bebê para 2026, pode esquecer aqueles nomes complicados ou invenções mirabolantes que ninguém sabe escrever. O que vem por aí é a volta triunfal dos clássicos.
O movimento é claro e os dados dos cartórios não mentem. Nomes como Lucas e Mateus continuam firmes e fortes, mostrando que a tradição religiosa e a sonoridade simples ainda mandam no pedaço. Mas a grande estrela de 2026 será o nome curto de duas sílabas. Estamos falando de opções como Hugo e Leão.
Outro ponto que a gente precisa destacar é a influência do mundo digital. Nomes como Enzo e Ravi, que explodiram recentemente, continuam na lista, mas agora dividem espaço com nomes que possuem boa aceitação em qualquer lugar do mundo. A ideia é que o seu filho possa morar em Portugal, nos Estados Unidos ou no Japão sem que ninguém se enrole para falar o nome dele.
E se você acha que os nomes dos nossos avós vão sumir, está muito enganado. O que está acontecendo é uma reciclagem. Aqueles nomes pesados das décadas de 70 e 80 estão sendo deixados de lado, dando lugar a versões mais leves e modernas.
Os especialistas em estatística mostram que a estratégia agora é o equilíbrio. Os pais consultam rankings, testam a pronúncia com o sobrenome e, principalmente, fogem de rimas ou trocadilhos que podem virar piada no futuro.
Para não errar na escolha em 2026, a dica de ouro é analisar a durabilidade. Fuja do que é apenas um “surto” de momento por causa de um personagem de novela ou influenciador. Escolha algo que passe a ideia de sabedoria, proteção e força.
No final das contas, o nome é o primeiro presente que você dá para o seu filho, e em 2026, o melhor presente será a simplicidade com autoridade.
