Você já imaginou um animal de estimação que custa o mesmo que uma mansão de alto padrão ou um carro superesportivo? Segundo relatos do mercado internacional, o Mastim Tibetano atingiu esse patamar impressionante.

De acordo com informações de tabloides e especialistas do setor pet, alguns exemplares dessa raça já foram negociados por valores que chegam a R$ 5 milhões. É um número que assusta qualquer um.

Mas o que faz um cão valer tanto dinheiro? Conforme explicam estudiosos da cinofilia, não se trata apenas de um animal, mas de um verdadeiro símbolo de status e poder econômico em certas culturas.

A origem milenar nas montanhas do Tibete

Estudos genéticos publicados pela National Library of Medicine indicam que esse gigante não é um novato no planeta. Ele possui adaptações únicas para sobreviver em altitudes extremas e climas severos.

Segundo historiadores, o Mastim Tibetano atuava como guardião de mosteiros e rebanhos nas montanhas. Sua função era proteger tudo o que fosse valioso, o que moldou seu temperamento protetor e imponente.

Relatos antigos descrevem esses cães como figuras quase lendárias. Há quem diga que eles possuem a força de um leão, o que explica a admiração que despertam até hoje em criadores do mundo todo.

Por que o valor de mercado é tão elevado

Especialistas do mercado de luxo afirmam que o preço é ditado pela combinação de raridade e pureza genética. Não é fácil encontrar um exemplar que siga todos os padrões tradicionais da raça.

Em leilões realizados na China, a procura por esses animais costuma ser frenética. Segundo analistas, ter um Mastim Tibetano em casa passou a ser visto como um sinal de prestígio social extremo.

Além da linhagem documentada, a pelagem densa e o porte gigante são fatores que elevam a cifra. É indicado que o comprador avalie não apenas o preço, mas a procedência ética do criador.

Diferenças marcantes entre o Mastim e outras raças

Diferente de outros cães de grande porte, o Mastim Tibetano possui uma maturidade mais lenta. Segundo adestradores experientes, eles mantêm um instinto territorial muito mais aguçado do que a média.

É comum ouvir de especialistas que essa raça exige uma liderança consistente. Eles não costumam responder bem a métodos de treinamento agressivos, preferindo uma abordagem baseada em confiança e socialização precoce.

O visual leonino é o que mais chama a atenção de longe. No entanto, estudiosos alertam que a beleza física vem acompanhada de uma personalidade independente e, às vezes, bastante teimosa.

Existe uma justificativa para esse investimento

Do ponto de vista prático, há quem defenda que o valor milionário está mais ligado ao exclusivismo do que a uma função específica. Afinal, muitos cães fazem guarda por uma fração desse custo.

Segundo especialistas em comportamento animal, o alto investimento deve ser acompanhado de uma estrutura adequada. Um cão desse tamanho precisa de espaço amplo e cuidados veterinários constantes e especializados.

É indicado que interessados pesquisem muito antes de entrar nesse mercado. O custo inicial é apenas a ponta do iceberg, já que a manutenção de um gigante desses exige recursos financeiros consideráveis.

O que considerar antes de buscar um exemplar

De acordo com orientações de veterinários, a saúde desses animais deve ser monitorada de perto devido ao seu crescimento acelerado. A alimentação precisa ser de altíssima qualidade para suportar sua estrutura óssea.

Também é fundamental verificar as certificações de DNA. Como o mercado movimenta milhões, existem muitos riscos de fraudes genéticas, segundo alertam associações de criadores internacionais.

No fim das contas, a posse de um animal desse porte deve priorizar o bem-estar animal. Independentemente do preço pago, o compromisso com a saúde e a felicidade do cão deve ser a prioridade absoluta.

Compartilhar.