O chá de mulungu não é apenas uma bebida caseira, mas uma ferramenta poderosa para o equilíbrio do sistema nervoso. Sua fama como alternativa natural para aliviar o estresse e insônia cresce entre quem busca bem-estar.
No entanto, a ciência faz um alerta crítico: o relaxamento muscular exagerado e a sensação de fraqueza são riscos.
O gastrocirurgião Dr. Juliano Teles adverte que o consumo incorreto pode causar o enfraquecimento da musculatura corporal. Para garantir a segurança, a recomendação médica é que o uso seja pontual, limitado a no máximo três dias consecutivos.
A planta atua diretamente na qualidade do sono, mas deve ser tratada com o rigor de um fitoterápico terapêutico.
Como preparar e quem deve evitar
A dose ideal consiste em 4 gramas da raiz para 200 ml de água fervente, com infusão de 5 a 10 minutos. O consumo deve ocorrer uma hora antes de dormir para que as propriedades calmantes atinjam o pico de eficácia no organismo. Gestantes, lactantes e menores de 18 anos estão terminantemente proibidos de consumir a bebida, segundo especialistas.
Pacientes com insuficiência cardíaca, arritmia ou que usam anti-hipertensivos correm riscos severos de hipotensão ou sedação excessiva. O mulungu potencializa o efeito de sedativos, o que exige orientação profissional antes de qualquer tentativa de tratamento caseiro.
Respeitar a dosagem e o tempo de uso é a única forma de colher os benefícios fantásticos desta planta sem comprometer a saúde.
Fontes e Referências
As informações sobre o uso e os cuidados com o mulungu foram baseadas em orientações de profissionais de saúde como o médico Juliano Teles e em estudos sobre fitoterapia que analisam os efeitos das plantas no sistema nervoso humano. Sempre consulte um médico antes de iniciar qualquer tratamento natural para garantir que ele não vai atrapalhar outros cuidados que você já possui com o seu corpo.
