O mundo acaba de bater um recorde que ninguém queria comemorar. Pela primeira vez na história as temperaturas globais passaram daquela marca famosa de 1,5°C do que era antes das fábricas tomarem conta de tudo. Na prática isso significa que o planeta está com uma febre que não baixa e quem paga a conta somos nós na hora de sair de casa ou de tentar dormir no calorão.

Muita gente pensa que um grau e meio é pouca coisa mas na natureza isso muda todo o jogo. É como se a engrenagem do clima estivesse trabalhando forçada o tempo todo. Quando a atmosfera esquenta ela vira uma esponja gigante que puxa muito mais água. O resultado disso, um canto do mundo falta água até para beber e as plantações secam. No outro cai tanta chuva de uma vez que as cidades não dão conta e as tragédias acontecem.

O ano de 2024 mostrou que não existe mais lugar seguro contra esses sustos do clima.

O impacto real no seu dia a dia

Você já deve ter reparado que o tempo anda meio maluco e as estações não seguem mais aquele roteiro de antigamente. Isso acontece porque o excesso de calor mexe com o vapor de água no céu.

No ano passado batemos recordes de umidade no ar e isso se traduz em tempestades muito mais violentas. Não é apenas uma chuvinha de verão mas sim um volume de água que destrói pontes e invade casas em poucos minutos.

A ciência explica que o ser humano acelerou esse processo e agora o planeta está tentando se equilibrar do jeito mais difícil.

Outro ponto que mexe muito com a nossa vida são os fenômenos como El Niño e La Niña. Eles não são tempestades em si mas funcionam como grandes interruptores que ligam ou desligam a chuva em certas regiões.

O problema é que com o aquecimento global esses fenômenos ficam ainda mais imprevisíveis e fortes. Se antes a gente sabia que ia chover um pouco mais agora a gente espera uma inundação. Se antes era uma seca passageira agora o gado morre de sede e o preço da comida no mercado sobe porque o produtor não colheu nada.

O que esperar daqui para frente

A verdade é que se não diminuir a fumaça e a poluição esses eventos extremos vão virar o nosso novo normal. Ondas de calor serão mais comuns. Incêndios em matas que deixam o ar irrespirável também vão acontecer com mais frequência.

Não é para causar pânico mas sim para entender que o clima mudou e a nossa forma de viver precisa acompanhar essa mudança.

Os governos precisam se mexer para preparar as cidades contra enchentes e melhorar o socorro nas secas. O ano de 2024 foi um alerta vermelho gigante para a humanidade. Precisamos levar a sério a conservação das matas e a redução do lixo se quisermos um futuro com menos sustos e mais tranquilidade para os nossos filhos e netos.

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Jornalista atuante desde 2019, com registro profissional no Ministério do Trabalho desde 2022, e experiência em produção de eventos desde 2016. Atua como redatora, editora e web designer.