A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira uma proposta que pode mudar completamente o cenário do futebol e do entretenimento no país. O projeto de lei veta a publicidade de apostas esportivas e jogos on-line em todo o território nacional. Além de atingir os jogos de azar digitais, a medida também proíbe qualquer tipo de promoção voltada para resultados de eleições. Nós acompanhamos essa movimentação de perto e percebemos que o impacto financeiro dessa decisão pode ser gigantesco para os clubes.

Nossa equipe verificou que a proposta altera diretamente a Lei das Apostas Esportivas. O texto agora segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e tem o potencial de gerar um rombo bilionário no mercado publicitário. Hoje em dia é quase impossível assistir a um jogo ou abrir uma rede social sem dar de cara com o anúncio de uma plataforma de apostas. Se essa lei passar pelo Congresso Nacional, essa realidade vai acabar de uma hora para outra.

O fim dos patrocínios milionários nos clubes

Nós analisamos que o setor esportivo é o que mais deve sofrer com essa proibição. Atualmente, as casas de apostas são as principais financiadoras do futebol brasileiro. Elas ocupam o espaço de patrocinador máster na maioria das camisas dos grandes times. Além disso, essas empresas compram os direitos de nome de estádios e campeonatos. Sem essa verba, muitos clubes vão ter dificuldades enormes para manter as contas em dia e pagar os salários dos jogadores.

Verificamos que o senador Efraim Filho demonstrou muita preocupação com as modalidades olímpicas. Muitos atletas que não têm tanta visibilidade dependem indiretamente desses recursos para treinar e competir. A relatora do projeto, senadora Damares Alves, apresentou um texto que unifica várias propostas sobre o tema. O objetivo é criar uma regra única e rígida para tentar frear o avanço desenfreado dessas empresas sobre o bolso do cidadão comum.

Pressão contra o vício e insegurança no mercado

A equipe do portal apurou que o principal argumento para essa proibição é o impacto social das apostas. Existe uma preocupação crescente com o vício em jogos e como isso está destruindo famílias financeiramente. A relatora citou debates da CPI das Bets para justificar que o mercado precisa de limites comerciais muito mais severos do que os atuais. Nós notamos que o governo quer evitar que a publicidade agressiva continue atraindo pessoas vulneráveis para o jogo.

Por outro lado, essa decisão cria uma insegurança enorme para as empresas que acabaram de conseguir licença para operar no Brasil. Muitas dessas marcas investiram milhões de reais estruturando operações baseadas na visibilidade da mídia. Agora, com a ameaça de não poderem mais fazer propaganda, os planos de negócios dessas empresas podem ir por água abaixo. Nós entendemos que isso pode gerar uma onda de cancelamentos de contratos de marketing em todo o país.

O que muda para o torcedor e o consumidor

Se o texto for aprovado definitivamente, o torcedor vai notar uma mudança visual imediata nas transmissões. As placas de publicidade ao redor do campo e os logotipos nos uniformes terão que sumir. As emissoras de televisão e as plataformas de internet também vão perder uma das suas maiores fontes de renda atual. Nós avaliamos que isso pode até encarecer outros serviços, já que as empresas de mídia precisarão buscar dinheiro em outros lugares para cobrir o prejuízo.

Especialistas que consultamos acreditam que as empresas de apostas vão tentar caminhos alternativos. Elas podem focar em conteúdos institucionais ou parcerias indiretas para não perderem totalmente o contato com o público. No entanto, o cerco está fechando. O projeto de lei também incorporou ideias do senador Jorge Kajuru para impedir que as pessoas apostem em quem vai ganhar as eleições, algo que vinha crescendo bastante nos últimos meses.

Próximos passos da nova lei das bets

O caminho para essa lei entrar em vigor ainda depende da aprovação na Comissão de Constituição e Justiça e depois no plenário. O mercado está em alerta máximo porque o dinheiro das apostas se tornou o oxigênio de muitas competições esportivas. Nós vamos continuar monitorando os próximos passos dessa votação no Senado para entender como os clubes vão reagir a essa possível perda de receita. A verdade é que o modelo de negócio do esporte brasileiro pode ter que ser reinventado em breve.

Fomos atrás de informações sobre como os clubes pretendem substituir esses valores e a resposta é preocupante. Não existem hoje outros setores da economia dispostos a investir tanto dinheiro quanto as casas de apostas investiram nos últimos dois anos. Se a proibição for confirmada, o mercado publicitário nacional vai enfrentar um dos seus maiores desafios da história recente. O redirecionamento dos investimentos será obrigatório para a sobrevivência das equipes profissionais no Brasil.

Fim do artigo gerado pela IA Portal Catanduvas em Foco.

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