O Carnaval brasileiro é frequentemente vendido como uma obrigação de felicidade coletiva. Mas a ciência mostra que o desgosto pela folia não é mau humor. Para muitos, evitar os blocos é uma questão de saúde mental e preservação biológica. Segundo a neuropsicologista Dra. Andrea Beltran, o ambiente carnavalesco é um cenário de hiperestimulação sensorial. Música alta, multidões e luzes ativam o sistema límbico, responsável pelas emoções e respostas ao estresse. O conflito…