Uma mudança significativa na legislação tributária brasileira vai aliviar o bolso de uma das categorias mais importantes do país. A partir de 2026, a nova regra do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) vai garantir que mais de 73% dos professores da educação básica fiquem isentos ou paguem menos imposto. Nós apuramos que essa medida foca diretamente nos profissionais que recebem até R$ 5.000,00 brutos por mês, que agora estarão totalmente livres dessa cobrança que pesava no orçamento mensal.
Nossa equipe verificou que o impacto dessa decisão é massivo dentro da categoria docente. De acordo com os dados oficiais, cerca de 600 mil professores deixarão de pagar o imposto de forma definitiva. Além disso, existe um grupo ainda maior, de aproximadamente 1,5 milhão de profissionais, que terá um aumento real na renda disponível no final do mês. Verificamos que isso acontece porque quem ganha até R$ 7.350,00 terá uma redução gradual no valor descontado, o que acaba sobrando mais dinheiro na conta.
O impacto financeiro direto no bolso do professor
Fomos atrás dos números levantados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) para entender o tamanho dessa mudança. O estudo mostra que a proporção de professores isentos vai dar um salto enorme. Antes, apenas 19,7% da categoria não pagava o imposto. Com a nova regra, esse número sobe para 51,6%. Somando com os 21,9% que terão o imposto reduzido, chegamos ao total de 73,5% da categoria beneficiada.
Nós analisamos que, na prática, essa economia mensal funciona como se fosse um 14º salário para o professor. Especialmente para quem ganha perto do piso nacional, o valor que deixará de ser retido pelo governo fará uma diferença brutal no fechamento das contas da casa. É um dinheiro que antes ia para Brasília e agora fica direto com o trabalhador para ele gastar como quiser ou precisar.
Como funciona a nova regra da Lei 15.270/2025
Identificamos que essa garantia vem da Lei nº 15.270/2025, que foi sancionada em novembro do ano passado. A regra é clara e começou a valer agora em janeiro, mas os efeitos práticos de isenção total para essa faixa de renda serão consolidados no exercício de 2026. O Ministério da Fazenda estima que 16 milhões de brasileiros no total sejam atingidos pela mudança, não apenas os professores.
Nossa equipe destaca que a isenção vale para trabalhadores com carteira assinada, servidores públicos, aposentados e pensionistas do INSS. Verificamos um detalhe fundamental que muita gente esquece, a medida também vale para o 13º salário. Isso significa que o alívio financeiro acontece durante o ano todo e também naquela gratificação de final de ano, garantindo um fôlego extra para as famílias brasileiras.
Quem ainda precisa pagar o imposto
É importante deixar claro que a isenção total tem um teto. O Portal apurou que quem recebe rendimentos acima de R$ 7.350,00 continua seguindo a chamada tabela progressiva. Nesses casos, as alíquotas podem chegar até 27,5%, dependendo do valor total recebido. O governo decidiu manter essa cobrança mais alta para as rendas maiores, focando o benefício na classe média e nos trabalhadores que ganham menos.
Nós observamos que essa estratégia do Governo Federal tenta corrigir uma distorção antiga onde pessoas com salários considerados baixos para o custo de vida atual ainda eram tributadas. Para os professores da educação básica, que muitas vezes acumulam cargos ou trabalham em jornadas extensas para chegar a um salário digno, essa notícia traz um reconhecimento financeiro esperado há muito tempo.
O que muda para o planejamento familiar
Acreditamos que essa mudança exige que o profissional fique atento ao seu holerite para conferir se os descontos estão sendo aplicados corretamente conforme as novas faixas. Como a regra já está em vigor, os ajustes nos sistemas de pagamento das prefeituras, estados e escolas particulares devem ser automáticos. O importante é saber que o limite de R$ 5.000,00 é o divisor de águas para a isenção total.
Verificamos que essa medida é um passo relevante para a valorização da educação no Brasil. Quando o professor tem mais renda disponível, ele tem mais condições de investir em sua própria formação ou simplesmente ter uma qualidade de vida melhor. Nós continuaremos acompanhando como essa lei será aplicada na prática e se haverá novas atualizações na tabela nos próximos meses para outras categorias de trabalhadores.
